quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Desilusão?

Quando será, meu Deus, minha libertação
No dia inevitável não! Será muito tarde.
E as amarras da minha alma me sufocam me deprimem
Um entardecer unicamente lindo
E novas pessoas pra conhecer
Um vento de horizonte reluzente à frente
e paisagens verdejantes lá em baixo
Quero ser livre para pensar e caminhar até onde puder

Mas estou cansado
A vida está me tirando as forças e a rotina me desanima
Vejo olhos puros na janela
Sonhando com a liberdade
Mas tenho pena do nosso futuro
Incerto decerto e obscuro
Dominações espalharam-se como a neblina
Sorrateiramente nos anestesiaram
Como um “bom-dia” sem graça e um “até amanhã” sem esperança
E a felicidade, quanta saudade!
O que eu faria para fugir de vez!
Vez que, para mim, jamais chegará!

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